sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Escrevo por não ter nada a fazer no mundo:




Sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens. Escrevo porque sou um desesperado e estou cansado, não suporto mais a rotina de me ser e se não fosse sempre a novidade que é escrever, eu me morreria simbolicamente todos os dias
(Clarice Lispector)