Autora


                                                                                                                                   
Olá, seres terrestres, lunáticos ou de outros recantos. Me chamo Michelle Saimon, frequentemente chamada de Saimon, ou simplesmente Mih, ou Hell e mais um zilhão de nomes que irão variar de pessoa para pessoa. Desde o dia 04 de julho de 1995 ocupa um lugar nesse mundo de seres repleto de sonhos. Ama natureza, ou simplesmente um “pouquinho de mato” em que possa respirar alguma calmaria. Também ama a velocidade e as luzes que emanam nos prédios da cidade, só que ainda prefere estrelas. Fascinada em coisas antigas, podem até dizer que tal coisa esteja “fora de moda”, já nem liga. Amante da lua, lugar que parece ter sido seu desde sempre, uma guia. Uma luz que acompanha suas fases, seus devaneios. Vive no mundo da lua, desastrada pra cacete e um dia ainda quer sair pelo mundo, viajando (quase) sem roteiros. 
Sempre gostou de ler. Mas viu também que podia escrever, e isso se tornaria uma das coisas mais fantásticas da vida. Sua catarse, salvação da loucura do mundo onde também se embrenha e se perde. Resultado: Cada vez ama mais e mais a literatura. Esta se tornou um botão de escape para qualquer sentimento que esteja louco pra transbordar. A culpa toda é desses personagens sem nome que ela mesma cria e volta e meia fazem bagunça na mente até serem escritos. Uma droga que causa cada vez mais dependência.
Adora dias nublados, ver estrelas, pôr-do-sol, borboletas flutuando pelo ar, gente de um lado pra outro nas suas lutas diárias... Enfim, gosta de ver a vida acontecendo, e essa é a melhor “inspiração” que pode existir na hora de escrever. Um dia, decidiu que queria arriscar a trocar a monotonia da cidade pequena em que vivia, pela correria de uma capital. Pois é, acabou acontecendo, e hoje em dia às vezes sente falta de sua cidade, o que é inevitável, mas também gosta muito de morar nessa Salvador cheia de estresse e confusão, mas também com surpresas a se descobrir. Está cursando o Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades/UFBA e está amando, mas colocou na cabeça que também vai querer se formar em psicologia. Mas pera, filosofia e letras também é legal... Vixe, já nem sabe! Mas   que quer ser  escritora tem certeza, nem que seja escritora de gaveta.
Um dia também, decidiu  que criaria um blog para ver se rompia essa mania de transformar as palavras desordenadas que escrevia em bolinhas de papel ou deixar se acumulando inutilmente em algum caderno jogado na gaveta ou documentos do Word, daqueles que quase ninguém tinha a permissão de ler.  O Sobre Dias Nublados veio para que perdesse a vergonha de expor suas invenções escritas da realidade, para que perdesse a vergonha de escrever. Vem dado certo, e não é que agora virou vício e se sente mais confortável nisso? Mas ainda acha estranho falar de si mesma. Mesmo que seja uma tentativa na terceira pessoa...